
Um estudo do Grupo Español de Cáncer de Pulmón (GECP), publicado na Clinical Cancer Research, demonstra que uma análise ao sangue capaz de detetar a Doença Residual Mínima (MRD) após a cirurgia melhora significativamente a previsão do risco de recaída.
Os resultados revelam que, embora apenas 9,6% dos doentes fossem MRD-positivos, todos desenvolveram uma recidiva — em muitos casos, até 8 meses antes de esta ser detetável por exames de imagem.
Mariano Provencio, presidente do GECP, salienta que, “se estes resultados se confirmarem em estudos mais amplos, poderemos personalizar melhor os tratamentos pós-cirúrgicos, evitando terapias desnecessárias e focando os esforços em quem realmente precisa”.
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